Cachaça brasileira na terra do Tio Sam

Todos sabem que a famosa “branquinha” é exportada para vários países, e aqui na América do Norte as coisas não são diferentes. O interessante é que até o dia 7 de junho de 2012 existia uma lei aqui no estado de Washington que controlava as vendas de bebidas destiladas, e só podíamos encontrar tais bebidas nas chamadas “Liquor Store”. Ninguém encontrava cachaça, uísque ou licores em supermercados.

Após o dis 7 de junho deste ano, as coisas mudaram por aqui. Os americanos do estado de Washington votaram a favor da privatização da lei de controle de bebidas destiladas, e hoje elas podem ser encontradas nos supermercados. As chamadas “Liquor Store” fecharam as portas e o governo agora só controla seus lucros com os impostos arrecadados com a venda das bebidas. Falando em impostos, hoje quase três meses após a nova lei entrar em vigor, os consumidores deste tipo de bebida alcoolica começaram a questionar se a votação a favor da privatização foi um bom negócio. Os preços agora estão bem mais competitivos do que na época da “Liquor Store”, mas o problema é que além do preço da bebida, o consumidor tem que pagar dois impostos diferentes: o imposto de 3,77 dólares por litro mais o imposto do governo que é de 20,5% sobre o valor de venda da bebida. Parece que o barato saiu caro.

Impostos e leis a parte, e voltando ao assunto da nossa cachaça, quando visitei a “Liquor Store” no início do ano encontrei diversas marcas de cachaça, inclusive aquelas consideradas como “de alta qualidade” que eu sequer sabia que existiam e nunca tinha visto nenhuma delas no Brasil. Cada vez que eu e o marido pensávamos em comprar uma cachaça para fazer caipirinha, comprávamos uma marca diferente para experimentar e conhecer um pouco mais sobre as diferentes marcas produzidas para fins de exportação.

Eis algumas delas:

Esta é a nossa favorita. Sabor excepcional, e o melhor: é orgânica. Esta cachaça não está disponível no Brasil, pois foi produzida apenas para o mercado externo.

Esta eu não conhecia no Brasil. O marido provou e disse que é boa, mas não uma das melhores não.

Esta aqui eles chamam de “cachaça premium”, mas sinceramente não sei se é tão boa assim. Nunca tinha ouvido falar neste nome. Compramos esta semana para experimentar.

Aqui também encontramos as tradicionais, como a 51 e a Velho Barreiro mas o marido não se interessou muito por elas. De qualquer forma, é interessante saber que existe diferença nas marcas de cachaça disponíveis no Brasil e nos EUA. Para quem mora aqui na América, vale a pena experimentar a Novo Fogo. É simplesmente divina!

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